População de 9 bilhões, aquecimento e escassez de comida mudarão Terra
Uma população crescente competindo por recursos cada vez mais escassos, num mundo mais quente, tornará o planeta Terra, em 2050, ”irreconhecível” pelos padrões atuais, segundo alertaram pesquisadores nos EUA, na conferência anual da Associação para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês).
As Nações Unidas prevêem que a população global baterá a marca de 7 bilhões ainda este ano e chegará a 9 bilhões em 2050,”com praticamente todo o crescimento registrado em países pobres, particularmente da África e do Sul da Ásia”, conforme assinou, John Bongaarts, da instituição sem fins lucrativos Conselho Populacional.
- Se a tendência continuar, em 2050 o que nos restará será um planeta irreconhecível – afirmou Clay.
A crescente população vai exacerbar problemas já existentes, como a degradação dos recursos naturais, segundo apontou o diretor da Iniciativa em Pesquisa Populacional, da Universidade do Estado de Ohio, John Casterline.
A renda também tende a subir em 40 anos – triplicando globalmente e quintuplicando nos países ricos-, pressionando ainda mais os estoques mundiais. À medida que seus ganhos aumentam, as pessoas tendem a comer melhor, consumindo mais carne, por exemplo, do que quando ganham menos, explicam os especialistas.
São gastos cerca de 3,5 quilos de grãos para produzir meio quilo de carne e cerca de 1,5 quilo para produzir meio quilo de queijo ovos – vale lembrar que os grãos, em geral,são usados na alimentação dos animais.
Mais gente, mais dinheiro, mais consumo, mas o mesmo planeta – resumiu Clay, exortando cientistas e autoridades governamentais a começar propor, desde já, mudanças na forma de produção de alimentos.
Especialistas em crescimento populacional, por sua vez, pediram mais fundos para programas de planejamento familiar para ajudar a controlar o aumento do número de nascimentos, especialmente nos países em desenvolvimento.
Por 20 anos, houve muito pouco investimento em planejamento familiar, mas o interesse está voltando agora, em parte por causa dos fatores ambientais, com o aquecimento global – afirmou Casterline.
Uma população crescente competindo por recursos cada vez mais escassos, num mundo mais quente, tornará o planeta Terra, em 2050, ”irreconhecível” pelos padrões atuais, segundo alertaram pesquisadores nos EUA, na conferência anual da Associação para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês).
As Nações Unidas prevêem que a população global baterá a marca de 7 bilhões ainda este ano e chegará a 9 bilhões em 2050,”com praticamente todo o crescimento registrado em países pobres, particularmente da África e do Sul da Ásia”, conforme assinou, John Bongaarts, da instituição sem fins lucrativos Conselho Populacional.
O mesmo volume de comida dos últimos 8 mil anos
Para alimentar todas essas bocas, seria preciso produzir, ao longo de 40 anos, a mesma quantidade de comida que produzirmos nos últimos 8 mil anos, segundo Jason Clay, do World Widlife Fund, que participa do encontro.- Se a tendência continuar, em 2050 o que nos restará será um planeta irreconhecível – afirmou Clay.
A crescente população vai exacerbar problemas já existentes, como a degradação dos recursos naturais, segundo apontou o diretor da Iniciativa em Pesquisa Populacional, da Universidade do Estado de Ohio, John Casterline.
A renda também tende a subir em 40 anos – triplicando globalmente e quintuplicando nos países ricos-, pressionando ainda mais os estoques mundiais. À medida que seus ganhos aumentam, as pessoas tendem a comer melhor, consumindo mais carne, por exemplo, do que quando ganham menos, explicam os especialistas.
São gastos cerca de 3,5 quilos de grãos para produzir meio quilo de carne e cerca de 1,5 quilo para produzir meio quilo de queijo ovos – vale lembrar que os grãos, em geral,são usados na alimentação dos animais.
Mais gente, mais dinheiro, mais consumo, mas o mesmo planeta – resumiu Clay, exortando cientistas e autoridades governamentais a começar propor, desde já, mudanças na forma de produção de alimentos.
Especialistas em crescimento populacional, por sua vez, pediram mais fundos para programas de planejamento familiar para ajudar a controlar o aumento do número de nascimentos, especialmente nos países em desenvolvimento.
Por 20 anos, houve muito pouco investimento em planejamento familiar, mas o interesse está voltando agora, em parte por causa dos fatores ambientais, com o aquecimento global – afirmou Casterline.
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